Embrace your body

Quando se fala de moda plus size, a gente ouve muito “valorize seu corpo” ou “aceite suas formas”, “assuma suas curvas”, etc, etc. Daí que eu estava lendo blogs plus size outro dia e dei de cara com essa expressão em inglês, “embrace”, muito usada para esse mesmo assunto.

Não sou especialista, tradutora ou estudiosa de línguas, mas achei o embrace muito mais acolhedor do que o “assuma” ou “aceite”, que me parecem meio “levanta a cabeça”, sabe como? Como se partisse do pressuposto de que as pessoas sentem vergonha do próprio corpo. Achei embrace mais bacana, como abraçar, com um gesto carinhoso com si próprio, um momento de auto estima na sua forma mais pura. Por isso usei no título do post.

Eu estou assistindo a 1ª temporada de The Mindy Project, vocês sabem. E uma das coisas que mais me chamou a atenção foi que a Mindy é bem fora do padrão de beleza que estamos acostumadas, é indiana e gordinha. Ela poderia estar chateada, desmotivada, sem vontade de cantar uma bela canção (quem lembra de Joseph Climber?), mas está aí usando looks incríveis.

capa

 

Você engorda e só quer usar preto, amiga? Legging com batinha? Blusão? Eu também. Mas aí a Mindy dá um tapa na nossa cara e usa muita cor, roupa justa e looks fofitos. Bora conferir.

coloridos

 

Logo que você vê a série, é a primeira coisa que repara. É MUITA cor, minha gente! Amarelo, vermelho, azul e, principalmente, verde. Gosto muito dos looks monocromáticos, em que as peças só mudam de tom, mas se mantém na mesma cartela de cor.

fofos

Assim como eu, Mindy é chegada em uma fofurinha. Então tem camisa com estampinha, poás, gola Peter Pan (♥). Tudo combinado com cardigãs, que ela adora e que super compõem o look – alô dica pra guardar pra sempre!

justinhos

 

E a melhor parte, gente, looks justos! Quando a vi usando essa saia verde, achei bem impróprio para o ambiente de trabalho, é verdade, mas fiquei com vontade de usar. Uma coisa meio se ela pode, eu posso, sabe? E esse vestido bandage, que muita gente diz que está fora de moda, está in-crí-vel, não? Impressionante como as linhas do próprio vestido valorizaram a cintura e o quadril largo da Mindy.

 

E o que a gente aprende com esses looks?

♥ Que cintura marcada funciona para qualquer tipo de corpo, inclusive para quem não tem cintura! Modela a silhueta e deixa a mulher com um corpo mais “violão”, sendo o conjunto mais soltinho (tipo saia rodada e camisa) ou justinho (como o look da saia verde aí em cima);

♥ Que quadril largo é bonito sim! É feminino (por questões biológicas mesmo) e merece ser valorizado sim!

♥ Um cardigan, capas e casacos soltinhos e abertos criam uma linha vertical que super alonga o corpo (e você pode usar peças mais justinhas por dentro!);

♥ Dá para criar um look de trabalho que saia do lugar comum, sim! Basta se manter convencional nas formas (saia reta, camisa de botão, calça social) e ousar nas cores e estampas (camisa com estampinha, golas fofas, sobreposições de cores)…

♥ Se achou colorida demais? Joga uma meia calça preta! Não dá pra ver em todas as montagens, mas a Mindy é fã de meia calça. As mais escuras, combinadas com sapatos do mesmo tom, neutralizam as pernas e alongam – e te deixam “livre” para brincar na parte de cima!

 

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P.S.: Para quem adora ver as roupas dos personagens das séries de TV, encontrei dois bons blogs que suuuuper destrincham cada look: Worn On TV e You Know You Love Fashion - eles inclusive te ajudam a encontrar as peças usadas (nas lojas gringas, of course).

Ainda em 1808

Como é a forma do brasileiro de se relacionar com a moda? Uma forma de se diferenciar, de mostrar status, ou de expressar a sua personalidade? Ou será que, realmente, queremos ficar todos iguaizinhos?

Finalmente terminei de ler o 1808, e marquei alguns trechos do livro que, se não falam diretamente sobre o assunto, ao menos abordam o comportamento do brasileiro no início do século XIX – e podemos ver, aqui e ali, semelhanças com nossos hábitos de hoje, vejam só:

O oficial da Marinha americana Henry Marie Brackenridge ficou intrigado ao notar nas ruas do Rio de Janeiro o número de pessoas que portavam fitas, laços, medalhas e condecorações, na tentativa de se distinguir umas das outras.  Isso incluía os nobres, comerciantes, funcionários públicos e também os escravos, que exibiam fitas e outros adereços coloridos: “neste país, ninguém guarda nenhuma insígnia de distinção para ser mostrada em dias de paradas ou cerimônia. Nada me surpreendeu mais do que ver o número de pessoas que usavam condecorações em dias comuns nas ruas. Seu uso é tão frequente que já deixou de simbolizar qualquer traço de dignidade ou importância para seus portadores”

 

Sobre a abertura dos portos brasileiros e o envio indiscrimado de produtos ingleses:

Chegava de tudo. Muitas coisas eram práticas e úteis, como tecidos de algodão, cordas, pregos, martelos, serrotes, fivelas de arreios e ferragens em geral. Mas havia também excentricidades como patins de gelo e pesadas mantas de lã, que causavam espanto sob o calor úmido e abafado dos trópicos. Eram produtos que as fábricas inglesas despejavam em quantidades monumentais e a preços baixos, graças às novas técnicas de produção desenvolvidas pela Revolução Industrial do final do século XVIII. Sem acesso ao mercado europeu, devido ao bloqueio continental imposto por Napoleão, a Inglaterra os despachava para o Brasil e outros países da América do Sul, onde desembarcavam por pechinchas e causavam sensação entre os moradores, habituados à escassez e à má qualidade dos produtos pobres e artesanais que circulavam pelas colônias americanas.

- engraçado como isso me lembrou o furor causado pela chegada da Topshop no Brasil e alguns produtos nada a ver que a gente compra (por serem baratos ou porque as gringas estão usando)

 

A indumentária e os novos hábitos transplantados pela corte eram exibidos nas noites de espetáculo do Teatro São João ou nas missas de domingo.  (…) “É nos domingos e nos dias de festa que se exibem toa a riqueza e magnificência das famílias brasileiras”, relatou o viajante inglês Alexander Caldcleugh, que esteveno Rio de Janeiro entre 1819 e 1821. ‘Logo cedo o dono da casa se prepara para ir à igreja, e marcha, quase sem exceção, na seguinte ordem: primeiro, o senhor, com seu chapéu alto, calças brancas, jaqueta de linho azul, sapatos de fivelas e uma bengala dourada. Em seguida, vem a dona da casa, em musselina branca, com joias, um grande leque branco na mão, meias e sapatos brancos; flores ornamentam seus cabelos escuros. Em seguida, vem os filhos e filhas, depois as mulatinhas favoritas da senhora, duas ou três, com meias e sapatos brancos; o próximo é um mordomo negro, com chapéu alto, calças e fivelas; por fim negros dos dois sexos, com sapatos, mas sem meias, e  vários sem um nem o outro. Dois ou três garotos negros, mal cobertos com alguma roupa, fecham a fila”

 

O Brasil queria, antes de ser, parecer ser. E acho que, muitas vezes, a gente ainda se pega fazendo isso hoje, né?

Gorda. Mas não só isso.

Um dia eu estava batendo papo pelo facebook com meninas fofas (bloggers que amam bloggers ♥) e trocando links de blogs que nos inspiram. Fui vendo vários muito fofos, com meninas criativas, DIYs, looks bacanas. Aí caí nesse blog, da Georgina, que se descreve como “uma garota gorda da Inglaterra”. Simples assim. Uma menina que se define como gorda – e de fato o é – e que adora moda e coisas fofas. Já falei que o cabelo dela é rosa bebê?

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Vou ser completamente sincera: tomei um susto. Na hora não sabia explicar o porquê. Daí continuei falando com as meninas no face, e li “é que ela é diferente de tudo que estamos acostumadas”. E fiquei passando os posts. E olhando as roupas. E pensando super usaria isso… se fosse magra. Se não tivesse o peito tão grande. Se as coxas fossem menores. E foi só então que eu me dei conta que não estava enxergando o blog como moda. Eu só conseguia enxergar os poréns e as formas da moça estavam me impedindo de ver o que aquele blog realmente era: o espaço de uma menina de 23 anos que tinha o direito de se vestir como quiser.

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Não é segredo para ninguém que eu estou numa má fase. Engordei, não encontrei o emprego que procurava, não estou nem acompanhando as novidades da moda direito, leio poucos blogs, etc etc. Aí chegou o meu aniversário e, entre outras coisas, eu comprei uma saia justa. Justinha. Quando eu era adolescente, chamavam de saia band-aid. E mesmo que eu viva me questionando se estou muito velha para usar roupinhas rodadas e fofas, pensei ora, foda-se! porque só se vive uma vez. E quando eu vejo meninas que poderiam estar reclamando da vida, mas não estão, eu acordo um pouco pra vida.

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A gente reclama muito e aponta muito o dedo para os outros. Para quem usa roupa curta, pra quem usa comprida, para quem alisa o cabelo, para quem usa maquiagem demais, maquiagem de menos… e às vezes deixa de viver a própria vida com a liberdade que precisa. E olha que, até onde se sabe, a gente só vive uma vez.

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P.S.: Georgina é referência em moda plus size, e encontrei vários outros blogs de meninas bacanas e curvilíneas, com looks super usáveis. Vocês se interessam por esse tema?

Tipo coolhunting, só que não.

Tem vezes que eu vou a algum lugar, tipo uma feira ou um show, ou mesmo à praia, e de repente me vejo cercada de gente estilosa, gente que inspira, e fico louca para fotografar tudo para também inspirar vocês. Mas quem eu quero enganar? Nem sempre eu faço isso. Vergonhazinha mesmo. Mas, nas vezes em que esse bichinho não mexe comigo, eu consigo registrar um look – e aí o problema é outro, pq eu guardo a foto no meu celular e nunca publico. O crime dessa vez é preguiça mesmo.

Daí que uma vez eu estava na Feira do Lavradio (feira de antiguidades e coisas estilosas aqui no Rio) e vi essas duas meninas lindas. Cada uma com o seu estilo.

irmãs

 

Primeiro eu vi a Juliana, bati o olho na camisa equipment (sou fã) e achei bacana como ela combinou o shortinho com oxfords, que eu acho um sapatinho super de inverno. Aliás, deixem eu explicar: nesse dia tava um calor tão absurdo, mas tão absurdo, que a feira estava até meio vazia. E eu me senti meio idiota por não estar na praia, sabe? E depois me senti inteligentona quando lembrei do CAOS que estariam as areias de qualquer praia do Rio naquele momento. Aí fui tomar um chope que, se o mundo fosse justo, deveria custar o mesmo que água, pq OLHA, só ele pra curar o calor insano daquele dia.

Ju

A irmã mais nova da Ju, chamada Carol, estava parecendo uma boneca. Quando a vi, quis fotografar também, pegar os detalhes… mas esqueci de pedir uma foto da moça sozinha. Então a montagem ficou assim, meio capenga, mas valeu:

Carol

(Olha que detalhe bacana esse do forro do vestido saindo um pouquinho! Super rola com um vestido mais curto, né?)

Para completar, vocês querem ver meu look? Eu pensei nas peças mais frescas que tinha no armário, e ainda consegui combinar umas estampinhas. Não é meu look preferido no mundo, mas acho que serviu para o que se prestava: impedir uma prisão por atentado ao pudor.

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No mais, fica a dica para quem estiver no RJ esse finde: vai rolar Feira do Lavradio! Começa de manhã (umas 9h) e dura o dia inteiro. Minha sugestão de programa é acordar tarde, tomar um café caprichado e ir pra lá, rodar, rodar, tomar uma cerveja e almoçar tarde nas ruas próximas, ali pela Lapa mesmo.

Quem for, me conta?

For losers

Dia desses eu saí para encontrar com o João e ele estava bebendo com os amigos. Passei no bar para encontrá-lo e um dos amigos puxou papo, perguntando se eu trabalhava ali perto. Engoli e disse que não, que morávamos por ali, mas não fui 100% sincera a ponto de dizer “que trabalhando o quê, eu estava vendo séries. Eu passo o dia inteiro vendo mil séries, sabe”, porque não sou maluca. Mas olha, isso aí tá bem perto da verdade. Estou vendo tantas séries que meu dia passa rapidinho e eu me sinto menos loser – mentira, continuo me sentindo loser, mas assim é mais divertido.

Nas novelas brasileiras a gente está acostumado a ver uma mocinha que é muito boa, muito linda, muito virtuosa, que vai sofrer bastante até casar e engravidar no final da história. Nas séries, não é bem assim. Você pode ter uma protagonista ligeiramente egoísta, não tão linda, nem sempre boa, que vai se dando muito mal episódio após episódio, e isso ser bom. Acho que é por isso que eu gosto tanto de séries.

for losers

 

** Alerta de ironia para essa montagem, tá bom? Não tô querendo dizer que essas séries são apenas para pessoas derrotadas e desempregadas e comedoras de bolo. Então esse “for losers” é tipo “for dummies”, ok? Senso de humor e só. **

 

GIRLS

Eu fiz um post sobre a série não tem muito tempo, e teve um monte de gente dizendo que são todas meninas mimadas e riquinhas que se dão ao luxo de escolher o que querem fazer. Eu discordo um pouco, até porque eu também estou me “dando ao luxo” de trabalhar com algo da minha área, de preferência que eu goste. E não trabalhando no Mc Donald’s enquanto isso, entendem? Na série, é mais ou menos assim. A Hannah trabalha num café enquanto escreve para um site. A Marnie trabalha num pub de shortinho, a Jenna faz bicos de babá. Então acho que isso não se encaixa muito no conceito de riqueza. E elas se dão mal e não são perfeitas, e isso me conforta.

 

NEW GIRL

Quatro amigos dividindo um apartamento, blá blá blá. O que eu acho legal em New Girl é que todo mundo ali tem tipo 30 anos. E todos são imaturos, solteiros, meio ferrados profissional ou emocionalmente. Então você vê que nem todo mundo com essa idade tem a vida linda que a gente achou que ia ter. Você pode ter 30 anos (ou quase 30, ou mais de 30) e ainda estar buscando alguma coisa.

 

THE MINDY PROJECT

Essa é minha mais nova série do coração. Mindy é viciada em comédias românticas, e acha que sua vida vai ser como uma. Tudo vai dando certo até que o namorado dela termina tudo e casa com outra mulher. Ela tem 32 anos, está solteira e vê que sua vida não é como um filme da Meg Ryan. Eu adoro essa série muito porque Mindy não tem uma beleza tradicional, é uma indiana gordinha que sempre acha que as coisas vão mudar, que ela vai virar a mesa, sabe como? E adoro vê-la tentar. Me faz acreditar que tudo vai dar certo comigo (e que pode ser bem engraçado enquanto isso não acontece, pq não?)

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Alguém aí já viu essas séries?

 

P.S.: Irônico o post ser publicado bem no dia do trabalho, não?

Chega logo, inverninho :)

Preciso confessar pra vocês: eu e João somos viciados. Ou talvez estejamos viciados. O fato é que a gente tem ido direto no cozido de domingo aqui perto de casa, no Bar do Pavão. Já falei desse lugar pra vocês, e não tem coisa mais prática no fim de semana do que jogar uma roupa e comer uma coisinha gostosa (ou um prato de pedreiro cheio de coisas gostosas). O problema é depois. A gente apaga. Não tem café que me levante depois desse cozido maravilhoso. E, semana sim, semana não, estamos lá batendo o ponto.

Quem gosta de comidinha light, tipo feijoada, acarajé, baião de dois, cozido e dobradinha sabe que é sempre melhor encarar essas belezuras em dias mais frescos. Por isso, com a chegada do outono, eu não prometo me livrar desse vício tão cedo.

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Estava bem fresquinho nesse dia, o que fez com que as cariocas comemorassem do seu jeito preferido: usando botas, leggings e cardigans mais compridinhos. Impressionante como 8 em cada 10 moças na rua estavam usando pelo menos um desses itens. Como eu estou gordinha e não tenho a intenção de mostrar a todos a minha barriga pós-cozido, coloquei uma roupa confortável, quentinha e toda em tons de azul, emanando tranquilidade para quem olhasse demais para o meu prato.

IMG_6856-2 Eu coloquei a saia, coloquei a malha e o colarzão. Achei que estava muito bruxa de Avalon, então coloquei um lencinho na cabeça. Foi bom porque também não estava com vontade de pentear o cabelo. Então foi isso, look preguicinha para começar a semana aqui no blog.

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Seis coisinhas

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1. Essa banda

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O Hanson lança seu disco novo (sim, eles ainda lançam discos, sim, eles fazem shows, joga no Google mas não me pergunta isso de novo!) mês que vem e vai fazer show no Brasil! Dia 20 no RJ, dia 21 em SP. Eu estou eufórica, considerando, inclusive, ir aos dois shows – quem me abriga em Sampa? Se tiver dinheiro, claro. Mas é que eu me arrependi tanto, mas tanto de não ter ido no último (que lotou o Citibank Hall em 2011), que esse eu quero curtir cada minutinho.

 

2. Esse bebê

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Eu sou levada a acreditar que o design dos bebês foi perfeitamente criado pela natureza para nos encantar. Isso porque, a cada dia que passa, eu fico mais apaixonada pelo Mattheus, meu sobrinho (que completa 1 ano em maio, olha como passou rápido!), assim como o João (o padrinho!). A gente fica na maior expectativa para encontrar com ele, brincar, apertar, tirar foto… e depois ficamos admirando! “Olha como ele está bonitinho aqui”, “e naquela hora que ele riu daquele jeito?”. Somos uns babões.

 

3. Esse clube

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Tem um clube aqui do lado de casa e, desde que nos mudamos, o João namora a possibilidade de se tornar sócio. A espera acabou e agora ele não quer saber de outra coisa: é só chegar mais cedo do trabalho que ele coloca a sunga e vai dar um mergulho na piscina, e agora cismou que vai aprender a jogar tênis. Eu não sei jogar nem ping pong, mas vou assistir a minha primeira aula essa semana.

 

4. Essa cor de cabelo

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Retoquei minhas mechas há uns 2 meses e tenho flertado com a possibilidade de ficar ruiva. Não sei se tem a ver com a minha cor de pele, não sei se parto para essa mudança tão radical… mas estou apaixonada pelos vermelhos super fortes e chocantes e também pelo ferrugem, cor que considero do maior amor e fofura. Mas não tem nada decidido.

 

5 . Essa horta

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Tem tempo que eu queria ter uma hortinha em casa. Não sei o que me impedia, na verdade. Aqui perto de casa, na Praça Saens Pena, tem a Rua das Flores, com vários vendedores de plantas, e eu poderia ter comprado a qualquer momento. Não custou caro – o vaso foi R$ 15, o saco de terra custou R$ 10, as bolinhas de argila para colocar no fundo, R$ 6, e cada muda custou R$ 2 – plantei manjericão, hortelã (que depois soube que tem uma raiz violenta, então tirei desse vaso da foto e transferi para outro, junto com uma pimenteira), salsinha e alecrim. Tem 2 semanas e nada morreu. Por enquanto. Tô cuidando muito, molho todo dia e ainda elogio em voz alta pra elas crescerem felizes, hahaha

 

6. Essa série

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Também não sei porque demorei tanto tempo para começar a assistir Mad Men. A série, que se passa em uma agência de publicidade nos anos 50, foi super elogiada e já levou Emmys e Golden Globes por melhor série dramática. Indo além dos figurinos incríveis (rende post!), eu gostei muito da profundidade dos personagens. Ninguém é o que parece à primeira vista (incluindo a dona Betty Draper da foto), e é muito gostoso ir descobrindo isso aos poucos. Estou terminando a 1ª temporada e amando.

Quando (e quanto) é que você gasta em roupa?

Quem está aqui no blog há um tempinho sabe que eu tenho uma jaqueta perfecto que eu amo de paixão. Ela é de couro vegetal e foi comprada por um preço justo (na época), e eu usei muito. Usei, usei e usei, até que ela chegou ao fim.

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Eu não me lembro de nenhuma roupa minha que tenha se destruído pelo simples passar do tempo, como um eletrodoméstico que não tem mais conserto. Daí resolvi levantar essa questão lá no blog do Vestido Viajante. Vem comigo?

Trucão de make!

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Tem dias que eu estou super inspirada, sento e faço mil posts, gravo três vídeos em sequência… mas aí depois volto ao meu estado vegetativo, não publico, não edito, não faço nada. Deve ser por isso que eu não me considero uma blogueira profissa: esse blog reflete demais o meu humor para isso!

Esse vídeo eu fiz tem tempo, e aí ficou guardadinho no meio das pastas do blog. Uma vergonha. Explico: não é nada demais, só um truquezinho de make que eu uso quando quero dar um glow, um brilho de efeito queimado de sol (sun kissed para as metidas, tá?). Fazia no verão, quando gravei, e faço agora no outono-inverno também. Espero que vocês gostem!

Truque de make para efeito sun kissed from So Shopaholic on Vimeo.

Little Child

Little Child Dona Nininha diz que eu gosto “dessas roupas de criança”: saia rodada, plissada, lacinhos, vestidos. E ela tá certa, viu? Eu sou muito mais um vestidinho do que uma calça jeans, por exemplo. Por achar lindo, e também confortável, feminino. Se for colorido então, passa pra cá, vou usar sempre que sair da máquina de lavar.

Esse vestido das fotos é feito de capulana, um tecido africano LINDO que ganhei de presente da minha amiga Cat. Ela me mandou um corte enorme, eu entreguei nas mãos de Dona Nininha e, juntas, pensamos em um vestido que tivesse tudo que os “vestidos de criança” tem. E aí ficou essa coisa fofa que pouco condiz com os meus 28 anos, mas olha, eu adoro. Combinei com bolsinha de mão de tricô (presente de aniversário da minha muito querida amiga Beatriz) e colarzão mais chique da Anita Bunita, outra querida na minha vida, e fui almoçar com o João pertinho de casa.

IMG_6749-2 A pessoa tenta não parecer a Tidinha do Ídolos, mas posa em um parquinho. #significa

IMG_6756-2 IMG_6761-2 Não sei até que idade vou poder usar essas coisas… alguém me dá uma dica?

 

Para ler ouvindo The Beatles – Little Child